Ah, o frio

Não gosto de frio extremo. Fico naturalmente mal humorada. Sem poder atacar uma barra de chocolate debaixo do cobertor, o humor piora ainda. A sorte é que os quilinhos a menos (7.300 kg) deixam a gente usar várias roupas e meias-calças. Ando pensando até em colocar uma touca, apesar de ficar com cara de trombadinha (cabelo curto é ruim nessas horas).

Outro problema do frio é que surgem mais convites para grandes comilanças. Sigo na minha estratégia anti-social: só aceito convites que tem comida ou bebida até quarta, já que a “pesagem” é no sábado. Festas juninas nem pensar, passei batido por todas. Tenho até medo de saber quantos pontos tem o quentão, que adoro. Imagina só: vinho, cachaça e açúcar tudo junto e abraçado? Um terror.

Frio também lembra cinema, o que é um risco porque a pipoca sabor manteiga tem muitos pontos. Como assistir a um filme sem vontade de comer pipoca com aquele povo comendo 20 pontos ao seu lado e fazendo barulho? Minha tática é ir na sessão das 14h porque o povo acabou de almoçar e não come pipoca. Outro dia fui assistir “Qualquer gato vira-lata” e nem me lembrei que pipoca existia.

Mas a estação fria tem uma coisa de bom: bergamota. Adoro o cheiro, o gosto e o entretenimento de descascar e comer gomo a gomo. Mas todo o resto pode ir embora já.

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