Voltando para a reabilitação

Depois de muitas promessas não cumpridas, abandonei o Vigilantes do Peso. No início me comportava, mas depois a gente vai relaxando e quando vê a gordinha interior está lá toda feliz, devorando o que vê pela frente. O resultado disso foram 4 quilos a mais no corpitcho. Quatro quilos em quatro meses = 1 manequim a mais. Quando as calças tamanho 40 que estavam bem folgadas (algumas caindo) começaram a ficar justas, me apavorei. Isso que estou na academia (e adorando!), imagina se não estivesse. Faço o circuito da Curves 3 ou 4 vezes por semana, mas depois faço um post falando sobre esse assunto (lembram do marido indiano?).

Isso tudo significa que sou viciada em comida e terei que me cuidar o resto da vida. O primeiro passo do Vigilantes é admitir que a gente é gorda. O segundo é que a gente é como viciado, só que em comida. Ou seja, tô ferrada porque não nasci magra e a única solução foi buscar de novo o grupo de apoio.

Assim, Miss Alface voltou à ativa dia 14 de novembro. O melhor é que já me sinto mais magra. Sei lá, deve ser efeito psicológico. Agora minha meta são menos 6,700 kg (4 quilos que ganhei na farra e os 2,700 que fiquei devendo) e até troquei o layout do blog para reanimar (viram os peixinhos?).  Tenho também um propósito, que é entrar no short jeans tamanho 38 que usava no verão do ano passado, quando estava nos lindos 61 quilos. Tenho uns biquínis petit que estão na mira também.

Por fim, estou usando o aplicativo de contar pontos e o caderno do Vigilantes que falei nesse post https://alfacenaoengorda.wordpress.com/2012/07/16/voltando-a-ser-miss-alface/. O caderno tá com bug, mas o contador de pontos foi muito usado na última ida ao supermercado.

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Tem gente que vê comida em tudo

Outro dia olhei para um saco com algo retangular dentro dele e enxerguei uma barra grande chocolate. Depois olhei para a Melissa que estava usando e que tem um lacinho e enxerguei aquelas massas que parecem lacinhos. Mas para meu alívio descobri que tem coisa pior: gente que se veste como comida.

Miss Alface em Paris

Como já tinha contado aqui no blog, passei 11 dias em Paris, a capital mundial da moda e da gastronomia. Confesso que fui mais pela moda, mas fui fisgada pela comida. Durante a viagem e no dia em que cheguei ao Brasil não contei pontos. Comi tudo o que queria e bebi vinho e champanhe várias vezes ao dia em quase todos os dias. Estava muito frio (peguei 7 graus negativos e neve em dois dias) e vinho esquenta que é uma beleza. Sem contar que vinho francês não dá ressaca (pelo menos os que eu bebi). Voltando à comida, levei um carregamento de barrinhas de cereais para carregar na mochila durante os passeios e voltei com quase todas. Era tanta coisa para olhar e curtir que o tempo passava rápido, o que rendia apenas café da manhã, almoço, chocolate quente da tarde e janta. O café do hotel era fantástico, com chocolate quente, croissant e Nutella, o sonho de qual gordinha. Lógico que existiam outras coisas e eu sempre comia salada de frutas, café com leite ou chocolate quente, pãozinho francês (muuuuuito diferente do brasileiro), manteiga, queijo, presunto e às vezes geleia de morango. Mas o mais legal era o chocolate, o croissant e a Nutella, não adianta negar.

Ah, não posso esquecer das pílulas da beleza, anti-idade, felicidade, ômega 3, bronzeado e vitamina C.

Só não tomava diariamente a do bronzeado porque já estava preta e da vitamina C porque era muito grande. Tentei partir, não consegui, resolvi engolir inteira e foi um sufoco ficar com aquele troço entalado na garganta. Mas garanti a beleza, a felicidade e a juventude, o que já estava de bom tamanho.

Os parisientes são magros. Vi pouquíssimas pessoas gordas. Homens, por exemplo, só vi gordos os turistas. Isso se explica por alguns motivos:

– Metade da população não tem carro, ou seja, usa metrô e caminha pra caramba. Eu mesma caminhei horrores.

– Não existe buffet nem rodízios. Os restaurantes oferecem entrada, prato, sobremesa e café e você escolhe qual vai querer.

– As porções não são muito grandes. Homens acostumados a buffet livre passariam fome ou gastariam muito por lá. Eu, que me acostumei a comer menos, nunca fiquei com fome e algumas vezes deixei comida no prato.

– Os baguetes que os franceses comem na rua, caminhando, apesar de serem grandes são leves. Há vários tipos de recheios e a maioria não tem maionese ou requeijão, mas sim um óleo que identifiquei como de oliva. Assim, à primeira vista os sanduíches parecem secos, mas o óleo garante o sabor e dá uma molhadinha. Detalhe: é “molhadinha”, nada de litros de óleo.

– Uma as melhores coisas de Paris são os laticínios. Iogurtes e queijos são tão gostosos que os franceses comem como sobremesa. Como são proteínas, trazem saciedade, ao contrário do doce, que faz a gente querer comer outro pouco tempo depois.

– Salada é comida de inverno também. Aqui no Brasil quando faz frio usamos a desculpa: “ah, está muito frio para comer salada”. Em Paris havia opções de salada em todos os restaurantes e inclusive no Mc Donalds, onde comi um Le Big Mac bem mais saboroso e menos pesado do que o brasileiro. Mesmo com temperatura negativa, eu e algumas colegas do grupo jantávamos salada ceasar, com iscas de frango e muita alface. E sobrava salada às vezes!

Voltando ao meio roteiro gastronômico, no almoço sempre escolhia o prato do dia e se comia entrada deixava a sobremesa para depois. Poucas vezes fiz o menu completo, mas era muita coisa (ainda bem que eu caminhava bastante). Como a Coca Light era mais cara que o vinho, eu tomava vinho. Existem umas comidinhas típicas meio gordurosas, como o croque madame e o croque monsier. O croque é uma fatia de pão grande com uma fatia de queijo por cima. O pão é fantástico e o queijo mais ainda. A diferença entre o madame e o monsier era o ovo que vinha em cima. Apesar do nome, o croque que trazia o ovo era o madame.

Uma das minhas entradas favoritas foi a sopa de cebola. Ela era marrom e vinha com um pão molhado e queijo gratinado por dia. De comer rezando! Meus amigos que cozinham bem já receberam o pedido para fazerem uma sopa assim pra mim. Já o melhor prato que comi foi um de Saint Jacques, um peixinho muito bom e macio, com molho de maracujá e purê de abobrinha. Viram como me comportei?

O setor sobremesas é algo à parte. Comi a milfolhas do Cafe de La Paix (onde estou na primeira foto) e ela era tão linda e grande que fotografei.

No Chartier, um típico restaurante francês, comi a melhor sobremesa de todas, o profiterole. Eu só conhecia a versão pequena, tipo coquetel, mas lá provei a original: grande, com sorvete de creme dentro e cobertura de chocolate. Não fotografei porque só me dei conta de registrar depois que ela não existia mais.

Os macarons são servidos junto com o café e estão há venda em confeitarias lindas como esta:

Tem também o éclair, uma espécie de bomba de chocolate. Comi uma comprada no supermercado e era maravilhosa.

Bom, vou parar de escrever porque as lembranças estão me deixando com água na boca.

Ah, quer saber qual foi o resultado da viagem na balança? Só 700 gramas a mais (praticamente uma festa de casamento bem aproveitada). Mais um dado para comprovar porque aquele povo chique é magro.

Au revoir!

 

Rehab alimentar

Você pensou uma, duas, 3 vezes, mas não resistiu: usou a tal substância. Ela logo desencadeou em sua cabeça um processo viciante: ao tocar sua língua, fez liberar em seu cérebro opioides — químicos responsáveis por uma sensação de recompensa e prazer, também acionados por drogas como heroína e morfina. Inconscientemente, você move sua língua e mandíbula. Se fosse uma criança, abriria um sorriso. A resposta imediata do seu corpo: quero mais!

Recebi hoje uma dica de leitura muito interessante da Aline, que faz VP e lê o blog: uma matéria chamada Cabeça de Gordo, publicada na revista Galileu e que inicia com o trecho acima. Ela fala sobre como podemos ajudar nosso cérebro a não entrar no círculo vicioso de comer só por prazer. Agora mesmo escolhi como sobremesa uma trufa zero açúcar da Cacau Show. Tem 2 pontos como a trufa normal, mas como não tem açúcar não gera a vontade de comer mais. Sacou? Uma das coisas tratadas na matéria é sobre “não fazer dieta”. Já comentei aqui no blog que não digo que estou dieta, mas sim em processo de emagrecimento. Dieta lembra restrições e transitoriedade, enquanto que processo de emagrecimento é reeducação alimentar, mais demorada e que tem tudo para se tornar permanente. E se formos pensar, o rehab, seja por drogas ou alimentar, também é assim. A pessoa entra quando está em crise, no auge da fissura, e toma providências para o estado não evoluir. O objetivo final é não depender mais de drogas e nem de comidas com muito açúcar e gordura.

Veja as dicas para o rehab alimentar:

A matéria é muito boa e vale a pena ler a íntegra. Os links estão abaixo:

Página 1: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI260314-17773,00-CABECA+DE+MAGRO.html

Página 2: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI260314-17773-1,00-CABECA+DE+MAGRO.html

Tenho medo de voltar para o meu mundo

Essa foi a declaração dada por Vera Fischer ao sair essa semana da clínica de reabilitação. É a mesma coisa do gordinho que vai para um spa: enquanto está lá dentro, comendo muito pouco e se exercitando bastante, está livre do demônio (como chamo as comidas boas e engordativas). Quando sai, sem o controle do spa e com todo mundo oferecendo coisas calóricas para comer (muitas pessoas acham que só porque a gente emagrece pode voltar a comer errado de novo), é realmente assustador.

Hoje estava conversando com o marido de uma amiga que não me via desde antes de entrar para o Vigilantes (aliás, me viu depois, mas estava com aquelas capas de salão de beleza que escondem tudo) e falando de como eu tinha emagrecido, me disse que “complicado devem ser os primeiros 30 dias, agora tu teve estar mais acostumada”. Eu respondi que era mesmo, mas menos por mim e mais pelas pessoas que me rodeiam. Por mais que gostem de você, elas duvidam da tua meta (ninguém acreditava na minha de 15 quilos a menos), dizem que você não vai aguentar e a toda hora perguntam o que vai fazer quando tiver a uma festa ou for a um restaurante. Como já disse aqui no blog algumas vezes, não vou a tudo que me convidam. Me chamem de antissocial, mas para mim isso é foco. Chamem uma pessoa que está estudando para concurso para uma festa e se ela tiver foco vai responder que não porque no momento seu objetivo é estudar para conseguir um cargo público. Quanto a restaurantes, fujo de tudo que é em excesso, como rodízios, e de lugar que 90% do cardápio é fritura. Ou seja, fiz escolhas e com elas administro muito bem minha vida social. Mas a verdade é que muita gente duvida e até debocha de ti quando diz a frase: “estou de dieta”. Quando a gente fala que está no Vigilantes do Peso, aí sim pensam que a coisa é grave. Já me perguntaram se a gente faz depoimento e se abraça. Depoimento sim e até agora não nos abraçamos, mas se alguém pedir, tenho certeza de que pelo menos metade da turma sai correndo para o abraço.

Por isso tudo e porque acredito que qualquer viciado (seja em comida, drogas ou álcool) tem que se cuidar a vida inteira e fugir dos demônios, entendi e sou solidária com a situação pós rehab da Vera Fischer. Não vai ser fácil voltar ao mundo real. Muitas vezes é preciso trocar os amigos (nessas horas mais conhecidos como “más companhias”), os lugares que frequenta, enfim, mudar os hábitos e, é claro, fazer novas amizades, para se livrar do vício.

Novidades do reino das alfaces

Andei um pouco sumida, mas sigo firme no eu processo de emagrecimento. Estou com 10 quilos e 400 gramas a menos e continuo caminhando. Andei patinando nas últimas semanas e como emagreci meio quilo na úlima pesagem, para seguir nesse ritmo sai em busca de novidades alimentícias. Olhem só os belisquetes de poucos pontos que encontrei:

Granola crocante salgada

Ando meio enjoada de barra de cereal e já notei que no meio da manhã tenho vontade de comer algo salgado, mas não achava nada além daquela bolachinha Equilibrium. Na saída da última reunião fui a uma lojinha de produtos integrais e encontrei granola crocante salgada sabor tomate com manjericão de 1 ponto. O negócio é ótemo, parece até salgadinho. E o melhor: saciou minha fome entre café da manhã e almoço. Encontrei a caixinha com 3 barras no Zaffari da Anita Garibaldi (no da Ipiranga não encontrei) por pouco mais de 3 reais. Ah, tem sabor peito de peru com requeijão, mas não achei tão boa quanto a de tomate.

Mumuzinho

Amo doce de leite, mas não posso comprar o pote, mesmo que seja light, porque a cada passada pela cozinha pego uma colher do doce. Como diz a Ana, minha orientadora de VP, não leve o demônio para dentro de casa. E não é que encontrei o demônio em doses homeopáticas de 1 ponto! Ele é o Mumuzinho, o famoso saquinho de Mu-mu que devorava quando era criança. E o melhor: no saco não vem muitos saquinhos, acho que uns 6 ou 7 (não é como na foto, lotado de mumuzinhos). Só tem no Nacional e deve ter no BIG. No Zaffari não tem.

Biscoito integral salgado

Seguindo minha busca por coisas salgadas encontrei esse biscoito integral sabor cream cheese e cebolinha. A marca é do Walmart e encontrei no Nacional. Custa uns 2 reais o pacotinho e cada 9 biscoitos (são pequenos) tem 3 pontos. A pontuação é meio alta, mas é uma boa opção para variar o cardápio de belisquetes. Ontem peguei 3 bolachinhas para provar e fechei o pacote. É bem bom, tem gosto de salgadinho, mas tem fibra, o que já é um bom negócio.

Achocolatado Gold

Usava o achocolatado Gold quando fiz minha primeira dieta séria, com nutricionista (long, long time a go) e nunca mais me lembrei dele. Outro dia a @manugripol me falou pelo Twitter que uma colher de sopa de Gold tinha 15 calorias. No meu sábado de compras encontrei o caro (no sentido $ da palavra) Gold e não me arrependo, o achocolatado é muito bom! Além disso, uma colher de sopa é mais que suficiente. Ele é mais forte, menos doce e menos calórico que o Nescau Light. Como eu andava meio enjoada de iogurte light no café da manhã, achei ótema a substituição. Tem no Nacional e no Zaffari.

Flocos de arroz

Essa dica do floco de arroz aprendi com a última nutricionista que fui. A marca é Beija-Flor, o pacote com 10 tabletes custa uns 2 reais e no Zaffari ele fica escondido na preteleira de baixo, deixando o calórico e caro tablete japonês bem na frente dos nossos olhos. Mas a melhor notícia é que 2 tabletes de flocos de arroz somam só 1 ponto. Sem contar que é superdoce.

 

 

Cereal Crunch

Eu amo cereal em saquinho pequeno. Andei uma fase Leite Moça, mas no Nacional (no Zaffari não tem) encontrei o saquinho do Crunch. É muito bom, tem gostinho de chocolate mesmo e dois pontos bem honestos. Bom para lanchinho da tarde e para curar abstinência de chocolate.

Etapa das 12 semanas cumprida e 6.4 kg eliminados


Na semana passada tive um foco: não podia estacionar ou engordar porque no sábado completaria 12 semanas de Vigilantes e tinha que dar o exemplo. Assim, no Dia dos Namorados fiz uma torta de bolachinha e comi só uma minifatia e na sexta recusei um churrasco engordativo. Mas foram só estas as privações porque comi uma rapadura de leite (3 lindos e proveitosos pontos) e tomei uns bons drinks, tudo computado nos pontos flex. Conclusão: emagreci 800g e assim pude dar o tal exemplo de pessoa comprometida com a dieta. Ganhei um chaveiro do Vigilantes (que já está com a chave de casa) e falei para meus colegas sobre o engorde da semana passada, do foco para não fazer feio e do blog, que alguns já estavam lendo e se divertindo.

O que aprendi nessas 12 semanas:

– Fazer parte do Vigilantes do Peso é uma verdadeira terapia pra mim. Além dos temas da semana, adoro a turma de sábado, a gente sempre aprende coisas novas e dá risada falando (falando de comida, é claro!). O grupo é muito importante e uma vez larguei o programa porque não gostava da turma, não me sentia à vontade.

– A gente se mexe, caminha, senta, levanta, muito melhor com alguns quilos a menos. Se eu, que só estava com sobrepeso sinto isso, imagina que é obeso. A diferença deve ser grande.

– As bochechas somem e os óculos ficam grandes. Tenho um óculos nerd lindo que está grande no meu rosto. Por mais que eu diga para meu namorado que é chique usar óculos grandes, ele diz que pareço uma coruja.

– Posso cortar meu cabelo mais curto, coisa que não fazia mais porque quando comecei o Vigilantes estava com cara de Trakinas.

– Aprendi o que me sacia e o que só me dá mais fome. Assim posso escolher o que comer sem passar fome. Mas às vezes me engano e fico furiosa por ter desperdiçado pontos (sushi, essa foi pra ti).

– Kit Kat, assim como Paul McCartney (desculpa aos fãs, mas me emociono mais com Luan Santana), não faz diferença na minha vida. Vi no Facebook que algumas pessoas fizeram estoque de Kit Kat, que chegou ontem à Porto Alegre. O chocolate é bom, mas aquela bolachinha no meio deve esconder um monte de pontos. Prefiro a rapadura de leite.

– Já contava pontos dos outros em buffets e agora conto todos os doces da pessoa que está na minha frente na fila do supermercado, principalmente os gordinhos que vão para o caixa abraçados em salgadinhos e chocolates. Não faço por mal, é uma espécie de exercício de convencimento (de que aquilo não me pertence). Algo me diz que daqui algum tempo estarei conversando sobre os Vigilantes com os gordinhos que encontro no Zaffari.

Agora que já passei da fase inicial, estou até pensando em fazer exercícios. A sorte é que a academia do edifício onde moro deve ficar pronta nos próximos dias. Além disso, estou combinando com umas amigas saradas um “Projeto Biquíni na Areia”, mas vou propor um nome melhor, mais mágico: “Projeto Biquíni Dourado – Brilhando na Areia”. Elas vão fazer dieta (não sei pra quê, mas dizem que precisam perder 3 quilos) e vamos nos exercitar. Vai ser engraçado porque eu sou a mais fora de forma e preguiçosa que existe, uma espécie de Garfield. Já vou me preparar para as dores musculares…