Chegou a hora de adormecer a gordinha de novo

Meu marido diz que o maloqueiro (aqui no sul é uma forma de como se chama o cara galinha) que existe dentro dele não morreu, adormeceu. Comigo é a gordinha. Ela dormiu por um tempo, depois de muito esforço, mas ultimamente andava muito animada. Como diz minha enteada, depois das nossas férias de Porto de Galinhas, em fevereiro de 2013, tudo desandou. Tive muitas mudanças em 2013 e a principal foi a de cidade. Desde abril moro em São Sebastião do Caí, terra da bergamota, mas também da comida boa, barata e engordativa. Uma à la minuta de frango bem servida custa R$ 7,90 e tudo tem bastante gordura. Me adaptei bem rápido à cidade e ao cardápio rechonchudo. E isso me custou todo o peso que tinha perdido e mais um pouco. Quando entrei para o Vigilantes, em abril de 2011, pesava 73 quilos. Ontem me pesei na farmácia depois do almoço e com vontade de fazer xixi e marcou 75.800. E a tal balança ainda me deu este papelzinho impresso para eu ver que feia estava a situação. Um dia antes da pesagem já tinha começado a me comportar e agora o negócio é sério mesmo. Ou vou explodir.

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Dessa vez não vou fazer Vigilantes do Peso porque só tem reunião em Porto Alegre e nunca sei certo o dia que posso ir. Pensei em fazer o programa online do Dieta e Saúde, mas eles não responderam umas dúvidas e vi reclamações sobre dificuldade de cancelar o programa e de contato com o site. Mas descobri o Blog da Mimis, que emagreceu 33 quilos e tem dicas ótemas de como comer melhor e emagrecer. Sigo a página do blog no Facebook e a toda hora tem atualização. E só de ver aquela mulher bonita, magra e malhada, já me inspiro.

Com tudo que sei sobre substituições mais leves e com as dicas novas da Mimis, já mudei minha alimentação. Minha enteada está de férias aqui em casa e começou junto comigo. Estamos tentando colocar o marido junto, mas o gordinho é difícil de convencer. Vou tentar fazer dieta sozinha. Se não conseguir, consulto uma nutricionista.

Uma boa notícia é que desde de novembro faço Pilates, o estúdio é no meu prédio e o professor é lindo e fofo. Ou seja, não tem como matar aula, nem se estiver chovendo canivete porque é só abrir a porta do prédio e depois a do estúdio. O único problema é que um dos assuntos preferidos das aulas é comida… Mas as fofuras já estão indo para o lugar e minha postura está melhorando.

Uma das coisas boas da nova cidade é que moro no centro e posso fazer tudo de bicicleta ou a pé. Só uso carro nos finais de semana e quando preciso carregar muito peso. Melancia não cabe na cestinha da bike, né?! Nos últimos dias não estou conseguindo ir ao parque de bike porque faz muito CALOR, assim com letras maiúsculas. Às 8 da manhã o sol bomba e a temperatura já está em 27 graus. À tardinha segue o calor. Parece desculpa mas não é, o troço tá feio mesmo.

Hoje a academia do cunhado reabre com novidades e acho que vou fazer uma esteira. Mas o melhor mesmo é que vai ter aula de funk, mas não sei quando vai começar. Vou sondar também a aula de zumba que tem em outra academia. Porque puxar ferro não é comigo. Puxo só meu próprio peso no Pilates e já está bom assim.

Enfim, estou focada no emagrecimento e isso é o mais importante.

Ps.: Enquanto escrevi este post tomei um copo de limonada com adoçante.

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Vai dormir, gordinha!

O assunto da última reunião de Vigilantes foi o que podemos fazer para não sucumbir à fome emocional, mais conhecida como a gordinha que mora dentro de mim. Aliás, na semana passada ela abriu a guarda para mil folhas (as melhores do mundo ficam a poucas quadras da minha casa), um coquetel com espumantes e salgadinhos (poxa, era Dia da Mulher, né?!) e à minha galeteria preferida. Tudo isso aconteceu de quarta à domingo e me trouxe um quilo a mais, mesmo caminhando direitinho. Na hora do paredão da balança não me preocupei muito, mas foi só sair da reunião para colocar a domesticação da gordinha interior (já disse que não existe ex-gordo, mas sim gordo emagrecido?) em prática.

Dizem minhas colegas do grupo que a fome emocional é como a fissura para o drogado: tem que se distrair por 30 minutos que passa. Então meu tema de casa para essa semana é controlar a gordinha por 30 minutos. No sábado e domingo, que são os piores dias, comi churrasco e pizza e bebi espumante, mas gastei só 10 pontos extras, bem menos do que consumia no final de semana. Dessa vez comi de tudo um pouco, bem controlado, e a gordinha não se manifestou. Ontem à noite ela pediu dois quadradinhos de chocolate, mas começou o Big Brother e o bicho se aquietou.

Agora mesmo a gordinha tá chamando, mas vou publicar este post que ela vai embora.

Saudades do McDonalds

Faz 7 meses que não como nada do McDonalds. Prometi que nunca mais comeria, mas estou com muitas saudades do Ronald e sua turma. Com essa história de novo cardápio, saladinha, menos sódio e menos açúcar, resolvi procurar a tabela de valores nutricionais no site do Mc e fiz os cálculos de pontos. Calculei só o que me interessava:

Big Mac, seu lindo: 11 pontos (o problema são as 26g de gordura)

Chicken Classic Grill (a opção de sanduíche maiorzinha com menos pontos): 7 pontos

Cheeseburguer: 6 pontos

Hamburguer: 5 pontos

Premium Salad: 2 pontos. Para quem achava que as saladas do Mc eram ponto zero, essa é a menos pontuada.

Depois dessas contas, resolvi baixar a guarda e ir ao McDonalds comer um Chicken Classic Grill com Premium Salad. Me aguarda, Ronald, que estou chegando!

As gordinhas e a moda por @larafotos

Acabo de encontrar um post no Canal da Moda escrito por minha amiga blogueira Lara, do blog Lara Fotos (www.larafotos.com.br). O título do post é ótemo: “Vou pintar o arco-íris da gordinha” e as tiradas são muito divertidas (e ao mesmo tempo sinceras). Clique aqui para acessar o post.

Obs.: a moça da foto não é a Lara, é outra blogueira, que usa roupas que em nada favorecem seu tipo físico.

Para comer com os olhos

Como toda gordinha (em estágio de emagrecimento, é bom frisar) adoro tudo que tem cara de doce. Outro dia encontrei na mesa de uma colega de trabalho um bloquinho que parecia uma torta de bolachinha. Peguei e cheirei (é instinto, não adianta) e ele ainda tinha aroma de baunilha.

Hoje encontrei no portal da Usefashion um tênis Nike feito de cookies! O estúdio Diversitile fez uma textura muito realista do cookie, o cadarço é branco para lembrar leite e a caixinha, que lembra caixa de biscoitos, cheira a cookies recém-assados. Quer um tênis assim? Simples, é só pagar 500 dólares e depois ficar pensando em comer cookies sempre que usar o tênis.

Seguindo a série “Boicotadores de Dieta”, uma cervejaria portuguesa chamada Sagres fez uma cerveja preta com sabor de chocolate. Até aí tudo tudo bem, o problema foi o site de chocolate que eles produziram.


Quer sofrer? Então acessa o site: http://www.sagres.pt/sagrespretachocolate e clica em “baking of”, que mostra como o site foi feito. Eu não vi o vídeo porque só o site me deixou nervosa.

Para finalizar, temos sabonetinhos que são réplicas perfeitas de cupcakes e brigadeiros do Ateliê Santa Clara.

Pronto, agora chega de doces. No próximo post prometo uma dica light.

Gordinha veste o quê?

Na minha incursão Becky Bloom que narrei nesse post, fiquei feliz em entrar em números menores, mas me dei conta de outra coisa terrível: quem tem a bunda maior que a minha sofre muito para encontrar roupa (quando encontra!). E não são só roupas, são botas de cano longo e meia calça. Nunca tinha me dado conta, mas minhas panturrilhas têm sobrepeso. Não sei quantas botas de cano longo experimentei e TODAS, inclusive aquelas que tem o desenho da volta da panturrilha e são mais largas, ficam justas na minha perna gordinha. Cheguei à conclusão de que sou desproporcional, o que é bem cruel. Vejo moças bem mais fofas que eu com os braços e as panturrilhas mais finas que as minhas. E por causa disso, bota de cano alto para colocar com calça jeans skinny por dentro, só com banda de música e muito esforço para o zíper fechar. Como não gosto de sofrimento, enquanto não encontrar uma bota que respeite minha panturrilha gordinha, não vou comprar.

Outro fator de exclusão das gordinhas no mundo fashion são as meias-calças. Sou baixinha, visto 42 folgadinho e minha meia-calça é G. No ano passado vestia a GG, que apertava menos que a G, e mesmo assim ficava com a cintura marcada. Quem veste acima de 44 não encontra meia-calça. Praticamente bulling das marcas de meias.
A discussão sobre os tamanhos, a cada dia menores, já foi tema do Tricô das Mina, um programa da Lelê (Te Dou Um Dado) e da Clara Averbruck. Não consegui colocar o vídeo no blog, mas é só clicar na imagem do vídeo abaixo para acessá-lo:

Para terminar, uma historinha triste, mas real. Minha sobrinha de 16 anos, da geração magra de pernas compridas que veste 38, outro dia só conseguiu vestir o número 42 da Tok, uma conhecida marca para adolescentes aqui de Porto Alegre. Ela entrou em pânico, mas expliquei que o problema não estava nela, mas sim com a marca que quer vestir meninas magras e economizar tecido.